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Acesso

​Para consultar os diferentes regimes de acesso ao ensino superior utilize as opções no menu lateral.

Acompanhando a inovação pedagógica que se impõe cada vez mais, sobretudo na área do ensino superior politécnico, que se tem que diferenciar do ensino superior universitário, através de uma maior interface com as atividades empresariais e com a introdução de novas metodologias de aprendizagem, envolvendo atividades de on job training, o ISCIA vai dotar os novos alunos com um kit tecnológico especialmente estruturado para os cursos desenvolvidos.

Assim, os alunos que se inscreverem pela primeira vez no ISCIA, no ano letivo 2017-2018, para CTeSP, Licenciatura ou Mestrado receberão, sem custos adicionais, um computador portátil devidamente formatado e complementado com software adequado aos seus estudos e às metodologias empregues (blended learning).

Tal envolve, naturalmente, modificações nas condições de acesso aos nossos cursos e, assim, serão produzidas novas adendas, a juntar aos protocolos existentes, em que se define um novo plano de descontos:

  • Grupos de 4 ou mais alunos que, vindos da mesma escola ou instituição, se inscrevam conjuntamente no mesmo curso terão condições especiais.

Modelo educativo do ISCIA

Toda a oferta formativa do ISCIA é desenvolvida em função da perceção das necessidades nacionais e regionais, permitindo corresponder à procura de meios que desenvolvam conhecimentos avançados de carácter politécnico em áreas específicas, sensíveis e inovadoras. Daí resulta uma constante preocupação em propor e gerir cursos graduados, pós-graduados e não graduados, enquadrados numa envolvente cada vez mais dinâmica e globalizada. A missão do ISCIA é a de formar pessoas de modo a permitir a sua integração e participação ativa nas comunidades envolventes num processo colaborativo com outras instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, com organismos de I&D e com empresas.

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Espaço Europeu do Ensino Superior

O Espaço Europeu de Ensino Superior (E3S) tem sido construído em torno de declarações regulares de reuniões de Ministros da Educação europeus, sendo a mais conhecida a Declaração de Bolonha (assinada no ano de 1999 por 29 estados da Europa, hoje alargada a um total de 47 países e diversos organismos internacionais), pretende tornar percetíveis e comparáveis as diversas formações ministradas ao nível do ensino superior, nos diversos países do espaço europeu que a subscreveram. Outras Declarações se seguiram e balizaram, de modo importante mas não tão divulgado, a estratégia europeia do ensino superior como o reconhecimento da importância da aprendizagem ao longo da vida (Declaração de Praga, 2001).

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Sistema ECTS

O ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System) é o sistema encontrado no Processo de Bolonha para medir o trabalho necessário para que um Estudante complete, com êxito, uma determinada unidade curricular, do respetivo ciclo formativo.

Pelo estipulado no DL nº 42/2005 de 22 de fevereiro, “a globalidade do trabalho de formação do aluno, inclui as horas de contacto, as horas de projeto, as horas de trabalho de campo, o estudo individual e as atividades relacionadas com avaliação, abrindo-se também a atividades complementares com comprovado valor formativo, artístico, sociocultural ou desportivo”. De referir que as horas de contacto, através do uso das tecnologias de integração, tanto podem ser presenciais como distais.

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